Estrelas do boxe olímpico |
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Teófilo STEVENSON
Principais títulos: Seu maior feito foi ter sido tri-campeão olímpico na categoria dos pesos pesados: medalha de ouro nas olimpíadas de Munich 72, Montreal 76 e Moscou 80. Também conquistou medalha de ouro nos principais campeonatos organizados pela AIBA: medalha de ouro no Campeonato Mundial Seniores de Habana 74 e Belgrado 78, nos Jogos Pan-Americanos, nos Jogos Centro-Americanos, etc. Em 1972 e 1980 foi eleito melhor desportista da América Latina. Recebeu o prêmio Jogo Limpo da UNESCO, bem como a Ordem Olímpica, por seu exemplar comportamento esportivo dentro e fora do ringue. Lutas realizadas: Encerrou sua carreira em 1988, quando tinha 36 anos. Ao longo de sua carreira de pugilista, toda ela dedicada ao boxe olímpico, realizou 275 lutas, vencendo 261. Em verdade, como ele proprio costuma dizer, perdeu suas 14 primeiras lutas e "apenas" essas. Características como boxeador: Tinha mão direita muito pesada e essa era aplicada com impressionante senso de oportunismo. Movimentava-se no ringue muito elegantemente, sugerindo uma leveza de bailarino. Alguns dados biográficos:
O nome completo é Teófilo Stevenson Laurence. Nasceu num pequeno povoado
da província cubana de Las Tunas, em 20 de março de 1952.
Aos treze anos foi convidado a sair de Las Tunas e ir estudar numa escola especial em La Habana, com o propósito de treinar boxe no complexo esportivo que o governo revolucionário cubano havia recém inaugurado. Teve como principais treinadores: Chervonenko e Sagarra. Sua primeira grande vitória ocorreu na Olimpíada de Munich 72 quando, superando os prognósticos desfavoráveis da crítica, venceu o norte-americano Duane Bobich. Incidentalmente, foi nessa olímpiada que a hegemononia do boxe amador passou das mãos dos americanos para os cubanos. Outros notáveis adversários vencidos por Teo foram: John Tate, Tyrell Biggs, Piort Zaev. Em sua terra natal também teve de travar memoráveis duelos com Angel Milian, que por muitos anos foi sua permanente "sombra". Por várias vezes foi tentado com propostas milionárias de empresários do boxe profissional americano. Sempre recusou, alegando que preferia a admiração dos oito milhões de cubanos. Depois de aposentado, ocupa-se sendo "herói cubano" e vice-presidente da Federación Cubana de Boxeo. REFERÊNCIAS: Várias matérias da imprensa cubana e a entrevista dada por Teófilo a Eugene Robinson do jornal Washington Post, em junho 10 de 2001. |
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